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Capítulo 18 (Últimas Semanas)
Original de: Caridad Bravo Adams
Adaptada e escrita por: Jair Vargas
Autorização especial: LRTv
Abertura: https://youtu.be/B-kNvmAsIpg?si=3wY2ve8Wk1Q7NmwV
Cena 1: [INT. ESCRITÓRIO DA USINA – DIA]
CARMELA e ARMANDO estão em uma sala da usina, observando Luís trabalhando em uma das máquinas. O sorriso de Carmela é maligno.
CARMELA (Sussurrando para Armando) : Ele está se aproximando demais da verdade. Precisamos detê-lo. E de um jeito que ninguém desconfie.
ARMANDO (Com um olhar calculista): Tenho o plano perfeito para isso.
[CORTA PARA]
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Cena 2: [INT. SALA DE MÁQUINAS DA USINA – DIA]
Luís está concentrado em uma das grandes máquinas da usina. Ele está sozinho. Armando se aproxima sorrateiramente, com uma chave de fenda.
ARMANDO (Para si mesmo): Adeus, Luís.
[CORTA PARA]
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Cena 3: [INT. SALA DE MÁQUINAS DA USINA – CONTINUAÇÃO]
Armando mexe em alguns fios da máquina, causando um curto-circuito. Uma faísca. Luís se vira, alarmado.
[CORTA PARA]
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Cena 4: [INT. SALA DE MÁQUINAS DA USINA – CONTINUAÇÃO]
A máquina começa a falhar, soltando fumaça. Luís tenta consertá-la, mas Armando o observa de longe, com um sorriso cruel. A máquina explode. Uma explosão ensurdecedora ecoa pela usina.
[CORTA PARA]
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Cena 5: [INT. COZINHA DA FAZENDA MALDONADO – DIA]
AMPARO está na cozinha de Elias, conversando com Dolores. Elas ouvem a explosão e sentem a terra tremer.
AMPARO(Assustada): O que foi isso?!
DOLORES (Com o coração apertado): A usina! Só pode ter sido lá…
Em Amparo tendo uma sensação ruim.
[CORTA PARA]
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Cena 6: [EXT. USINA – DIA]
Pessoas correm em pânico para fora da usina, algumas feridas. A fumaça preta sobe aos céus. Elias e Daniel, que estavam na cidade, correm para o local, com o rosto pálido.
ELIAS (Gritando, desesperado): Padrinho!
[CORTA PARA]
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Cena 7: [EXT. USINA – CONTINUAÇÃO]
Os bombeiros e a ambulância chegam. Em meio aos destroços, o corpo de Luís é encontrado. Amparo, ao vê-lo, solta um grito de dor e cai de joelhos.
AMPARO (Com a voz embargada, chorando): Não! Meu amor!
Ela leva a mão no peito, desconsolada. Elias vê sua madrinha passando mal. Ele corre até ela, preocupado.
ELIAS: Madrinha…madrinha, fala comigo.
AMPARO: Eu não saberei viver sem o Luís…
Amparo responde com dificuldades. Sua visão é turva. Ela perde completamente as forças nos braços de Elias, desfalecendo.
A notícia da morte de Luís e Amparo se espalha rapidamente, chocando Dois Montes.
[CORTA PARA]
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Cena 8: [INT. ESCRITÓRIO DA USINA – DIA]
Carmela e Armando observam o caos do escritório da usina. Eles sorriem vitoriosos.
CARMELA (Com um ar de satisfação):
Menos um no nosso caminho.
ARMANDO (Com um aceno de cabeça): Ninguém vai nos deter agora.
[CORTA PARA]
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Cena 9: [INT. CASA DE LUÍS E AMPARO – NOITE]
O ambiente está em luto. Elias, Dolores, Dona Rosana e Daniel estão reunidos, consolando uns aos outros. Elias está inconsolável.
ELIAS (Com a voz embargada): Ele era a minha família.
DANIEL (Abraçando Elias): Estou aqui, Elias. Eu estou aqui.
[CORTA PARA]
Cena 10: [EXT. DOIS MONTES – NOITE]
A cidade está em choque, envolta em uma nuvem de fumaça e tristeza. O sino da igreja badala. A tragédia na usina, arquitetada por Carmela e Armando, deixa um rastro de dor e sofrimento, mas também acende uma chama de suspeita em Elias, Daniel, Dolores e Dona Rosana. Eles sentem que algo muito maior está acontecendo.
(FIM DO CAPÍTULO)

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